
A aula de Metodologia da Pesquisa do dia 09 de junho de 2009, conduzida pelo professor Galvão, seguiu a seguinte sequência : inicialmente o professor nos apresentou o “Resumo do Projeto” que segundo ele, serviria de orientação ao nosso projeto de pesquisa. Seria uma espécie de exercício de pesquisa que iria facilitar nosso trabalho. Em seguida, nos foi anunciado que aquela aula se desenvolveria em três momentos. No primeiro, iríamos analisar alguns questionários, no segundo trabalharíamos algumas orientações práticas para elaboração de questionários e por fim, iríamos analisar slides contento informações adicionais também sobre questionários.
Iniciamos a análise do primeiro questionário cujo propósito era buscar informações a respeito da “Juventude brasileira” e o primeiro problema verificado nele foi a extensão. Segundo o grupo encarregado da análise, o tamanho exagerado do questionário era prejudicial aos resultados da pesquisa, pois, conforme argumentaram, tal instrumento de coleta de dados não era apropriado ao grupo de respondentes, ou seja, eram inadequados ao grupo de pesquisados. O professor Galvão lançou as seguintes questões ao grupo: Como eu sei que é extenso. E por que a extensão é um problema. Quanto tempo vocês acham que eles levaram para responder. Após algumas respostas equivocadas, o professor fez as seguintes considerações: o tamanho do questionário é determinado pelos objetivos do projeto e a pilotagem é quem vai determinar se a extensão é apropriada ou não. Há que se ter bom senso e experiência e intuição são importantes. Outro aspecto é a linguagem que deve ser adequada ao universo da população investigada. O questionário não deve ser longo demais, nem maçante, pois quanto mais pessoas responderem, maiores serão as chances de êxito. Ainda sobre a linguagem utilizada nas questões, é preciso levar em consideração os diferentes aspectos culturais dos participantes já que percepções estão sempre ligadas aos diferentes campos semânticos.
O segundo problema apontado nesse questionário diz respeito à identificação dos participantes. Havia a exigência de que os pesquisados se identificassem. Isto, segundo a análise do grupo, poderia ter provocado o constrangimento dos respondentes. Ocorre que ninguém gosta de se expor e o pesquisador tem o dever ético de preservar as fontes, afirmou o professor. Finalizando a análise crítica desse questionário, o professor Galvão chamou-nos a atenção para a postura preconceituosa com que os pesquisadores iniciaram seus trabalhos. Segundo o professor, eles partiram do pressuposto de que todos (ou somente) os estudantes pobres estão em situação de risco psico-social. O lado positivo da pesquisa foi ter confirmado que a escola é fundamental no trabalho de resgate social desses alunos.
Nesta aula, analisamos outros questionários que apresentaram, basicamente, inadequações quanto à formatação, excesso de formalidade na linguagem e até exagero na quantidade de questões abertas. Quanto ao tipo de questão, se aberta ou fechada, gastamos boa parte do encontro nessa discussão. Concluímos que as questões fechadas são mais apropriadas às pesquisas quantitativas; Que as questões abertas, embora mais trabalhosas, possibilitam ao entrevistado maior amplitude nas respostas. Por outro lado, questões abertas podem provocar confusão ao raciocínio do respondente e até mesmo atrapalhar o pesquisador durante a análise dos dados. O principal, entretanto, foi a clareza que temos agora, sobre os objetivos e o porquê de cada tipo de questão: as questões abertas visam\almejam “razões” enquanto as questões fechadas buscam “tendências”.
Na segunda parte do encontro, destinada às orientações práticas para elaboração de questionários, apenas iniciamos o estudo do texto “Guia para construção de questionários”.
De modo geral, esta aula foi produtiva e esclarecedora. A estratégia de análise prática dos questionários se mostrou bastante eficaz. As leituras realizadas previamente ganharam significados consistentes.
Iniciamos a análise do primeiro questionário cujo propósito era buscar informações a respeito da “Juventude brasileira” e o primeiro problema verificado nele foi a extensão. Segundo o grupo encarregado da análise, o tamanho exagerado do questionário era prejudicial aos resultados da pesquisa, pois, conforme argumentaram, tal instrumento de coleta de dados não era apropriado ao grupo de respondentes, ou seja, eram inadequados ao grupo de pesquisados. O professor Galvão lançou as seguintes questões ao grupo: Como eu sei que é extenso. E por que a extensão é um problema. Quanto tempo vocês acham que eles levaram para responder. Após algumas respostas equivocadas, o professor fez as seguintes considerações: o tamanho do questionário é determinado pelos objetivos do projeto e a pilotagem é quem vai determinar se a extensão é apropriada ou não. Há que se ter bom senso e experiência e intuição são importantes. Outro aspecto é a linguagem que deve ser adequada ao universo da população investigada. O questionário não deve ser longo demais, nem maçante, pois quanto mais pessoas responderem, maiores serão as chances de êxito. Ainda sobre a linguagem utilizada nas questões, é preciso levar em consideração os diferentes aspectos culturais dos participantes já que percepções estão sempre ligadas aos diferentes campos semânticos.
O segundo problema apontado nesse questionário diz respeito à identificação dos participantes. Havia a exigência de que os pesquisados se identificassem. Isto, segundo a análise do grupo, poderia ter provocado o constrangimento dos respondentes. Ocorre que ninguém gosta de se expor e o pesquisador tem o dever ético de preservar as fontes, afirmou o professor. Finalizando a análise crítica desse questionário, o professor Galvão chamou-nos a atenção para a postura preconceituosa com que os pesquisadores iniciaram seus trabalhos. Segundo o professor, eles partiram do pressuposto de que todos (ou somente) os estudantes pobres estão em situação de risco psico-social. O lado positivo da pesquisa foi ter confirmado que a escola é fundamental no trabalho de resgate social desses alunos.
Nesta aula, analisamos outros questionários que apresentaram, basicamente, inadequações quanto à formatação, excesso de formalidade na linguagem e até exagero na quantidade de questões abertas. Quanto ao tipo de questão, se aberta ou fechada, gastamos boa parte do encontro nessa discussão. Concluímos que as questões fechadas são mais apropriadas às pesquisas quantitativas; Que as questões abertas, embora mais trabalhosas, possibilitam ao entrevistado maior amplitude nas respostas. Por outro lado, questões abertas podem provocar confusão ao raciocínio do respondente e até mesmo atrapalhar o pesquisador durante a análise dos dados. O principal, entretanto, foi a clareza que temos agora, sobre os objetivos e o porquê de cada tipo de questão: as questões abertas visam\almejam “razões” enquanto as questões fechadas buscam “tendências”.
Na segunda parte do encontro, destinada às orientações práticas para elaboração de questionários, apenas iniciamos o estudo do texto “Guia para construção de questionários”.
De modo geral, esta aula foi produtiva e esclarecedora. A estratégia de análise prática dos questionários se mostrou bastante eficaz. As leituras realizadas previamente ganharam significados consistentes.
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